Foragido do furto milionário ao Banco Central de Fortaleza é preso pela PM no Distrito Federal

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A Polícia Militar do Distrito Federal prendeu nesta segunda-feira (13) um homem envolvido no furto milionário do Banco Central de Fortaleza, ocorrido em 2005. O suspeito foi detido com uma arma de fogo em Paranoá, região administrativa do Distrito Federal.

Nesta segunda-feira, a Polícia Militar do DF recebeu uma denúncia anônima que informava onde o homem estava. Os policiais detectaram que ele já tinha um mandado de prisão em aberto no Ceará pelo furto ao banco.

Após monitorar o foragido, a polícia o abordou na saída de casa. No local, os PMs encontraram uma pistola calibre 380 e munição.

O homem foi encaminhado para o 6º Distrito Policial, onde foi autuado em flagrante por porte ilegal de armas e também cumpriu o mandado de prisão.

Quadrilha furtou mais de R$ 160 milhões do cofre do Banco Central, em Fortaleza. (Foto: Divulgação)

Na madrugada de 5 para 6 agosto de 2005, o Banco Central de Fortaleza sofreu o maior furto a banco da história do país, segundo a Polícia Federal. Ladrões entraram na caixa-forte do banco por meio de um túnel e levaram mais de três toneladas em notas de R$ 50 passando por baixo de uma das mais movimentadas vias do Centro de Fortaleza, a Avenida Dom Manuel.
Operação Tubérculo aconteceu nesta terça-feira (14). Prefeito e vereador foram afastados dos cargos. Lobista também foi preso.
Assaltantes invadiram a casa do homem na manhã desta segunda-feira (13) e ele reagiu.
Colapso da ponte Morandi ocorreu durante uma forte chuva que atingia a região. Equipes de resgate ainda buscam sobreviventes sob os escombros.
Adelino Angelim de Sousa Neto estava no DF. Ele terá de cumprir mais de 18 anos de prisão e pagar multa de R$ 3 milhões.
Caso ocorreu no Itaigara, na capital baiana. Imagem está circulando nas redes sociais.
Polícia instaurou inquérito para identificar o autor do crime.

Fundo PIS-PASEP: saques são liberados nesta terça-feira; prazo vai até 28 de setembro

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Começa nesta terça-feira (14) o pagamento do Fundo PIS/Pasep aos cotistas de todas as idades que não são correntistas da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Quem tiver direito ao saque pode ir até as agências dos dois bancos. Para os correntistas desses bancos que estão com o cadastro atualizado os pagamentos começaram a ser feitos em conta corrente na última quarta-feira (8).

São cerca de 17,5 milhões de pessoas que poderão sacar até o dia 28 de setembro. É preciso levar ao banco um documento de identificação ou o número de registro do PIS/Pasep, consultando na hora o valor que tem direito a sacar. Após o dia 28 de setembro, o benefício volta a ser concedido exclusivamente para o público habitual, formado por cotistas maiores de 60 anos, aposentados, pessoas em situação de invalidez (inclusive seus dependentes), pessoas acometidas por enfermidades específicas, participantes do Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) e herdeiros de cotistas falecidos.

Queda de ponte deixa mais de 20 mortos em Gênova, na Itália

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Uma parte da ponte Morandi, da rodovia A10, desmoronou e deixou 22 mortos em Gênova, no norte da Itália, na manhã desta terça-feira (14), de acordo com o vice-ministro de Infra-estrutura e Transportes, Edoardo Rixi.

O número de mortos ainda pode aumentar, pois as equipes de resgate trabalham no local em busca de vítimas. Mais cedo, a agência italiana Adnkronos e o jornal “Le Reppublica”, citando o serviço de Emergência 118 Gênova, afirmaram que “dezenas” de pessoas tinham morrido.

Francesco Bermano, diretor da central de emergência 118 Gênova, afirmou que várias pessoas estão sob os escombros e que feridos já foram levados para um hospital da região. O número de sobreviventes não foi divulgado. Cerca de 200 agentes estão envolvidos nas operações de resgate.

“Não é aceitável que uma ponte tão importante não tenha sido construída para evitar esse tipo de colapso”, disse Rixi, no canal SkyNews24, falando de Gênova. Já o ministro do transporte de Itália, Danilo Toninelli, considerou o incidente “uma terrível tragédia”.

100 metros de altura
A estrutura, que atravessa a cidade portuária de Gênova, estava a cerca 100 metros de altura. Ela passa por uma área densamente habitada. A maior parte do viaduto caiu no leito do córrego Polcevera, mas trechos enormes caíram nas casas, nos galpões e nas ruas abaixo.

O incidente ocorreu por volta das 11h15 (por volta de 7h15 no horário de Brasília) durante uma forte chuva que atingia a região.

Pietro M., que estava perto do local do acidente, disse à agência italiana Ansa que viu um raio atingir a ponte e que, em seguida, ela entrou em colapso. Essa informação não foi confirmada oficialmente, mas existe a possibilidade de que um problema estrutural tenha provocado o desmoronamento.

Uma testemunha descreveu uma cena “apocalíptica” ao canal Sky Italia, afirmando que nove ou dez veículos estavam em cima do viaduto quando ele desabou.

A ponte foi construída nos anos 60 e o governo tinha iniciado uma reforma na obra em 2016. Ela tem 1.182 metros de comprimento.

As imagens impressionantes divulgadas pela imprensa italiana e as redes sociais mostram os escombros da construção, que se estenderam por cerca de cem metros.

De acordo com o jornal “La Stampa”, o colapso do viaduto atingiu o estacionamento da Ansaldo Energia, uma das principais fábricas de produção de energia da Itália. Aparentemente o local estava vazio no momento do acidente.

Moro torna Guido Mantega réu na Lava Jato

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O juiz federal Sérgio Moro aceitou hoje (13) denúncia apresentada pela força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato contra o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Com a decisão, Mantega se torna réu em uma ação penal pelos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), três ex-diretores da empreiteira Odebrecht ofereceram vantagens ilícitas ao ex-ministro para que ajudassem na edição de uma medida provisória de interesse da empresa.

Na mesma decisão, Moro rejeitou pedido do Ministério Público Federal (MPF) para incluir o ex-ministro Antonio Palocci na denúncia. Segundo o magistrado, apesar da acusação de que Palocci teria participado dos fatos, não há provas suficientes contra ele.

“Entendo que, no presente momento, pela narrativa da denúncia e pelas provas nas quais se baseia, carece prova suficiente de autoria em relação a ele. Rejeito, portanto, por falta de justa causa a denúncia contra Antônio Palocci Filho sem prejuízo de retomada se surgirem novas provas. Em decorrência da rejeição, poderá, se for o caso, ouvido como testemunha”, decidiu Moro.

Palocci assinou acordo de delação premiada com a PF. Ele está preso desde setembro de 2016 em função das investigações da  Lava Jato.

Segundo a investigação, foram disponibilizados R$ 50 milhões em uma conta do setor de propinas da empresa, que ficou à disposição de Mantega. Parte do valor teria sido repassada aos publicitários Mônica Moura e João Santana, delatores na Lava Jato, para ser usada na campanha eleitoral de 2014.

Carro conduzido por médica capota na RN 117

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Uma médica da cidade de Rodolfo Fernandes, interior do Rio Grande do Norte teve um grande susto neste início de semana. O carro que dirigia capotou na RN 117 entre as cidades de Governador Dix Sept Rosado e Caraúbas, na região oeste potiguar.

Segundo informações do blog do João Marcolino, a médica teria perdido o controle do veículo quando tentativa pegar frutas no piso do carro.

Felizmente não houve vítima com gravidade, apenas danos materiais.

Jornal O Globo destaca história do ex-PM preso em Mossoró suspeito do assassinato de Marielle

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O jornal O Globo, do Rio de Janeiro, publicou em sua edição impressa deste domingo (12) uma reportagem sobre a história do miliciano Orlando de Curicica, ex-policial militar, acusado de participar da morte da vereador Marielle Franco. Ele está preso no Presídio Federal de Mossoró. A reportagem ainda detalha que a mãe de Orlando, Maria do Carmo Araújo, esteve na cidade para visitar o filho na prisão. Veja a reportagem:

A trajetória de Orlando Curicica, o ex-PM que virou o principal suspeito da morte de Marielle.

RIO – Um mendigo chega a uma boca de fumo na Cidade de Deus. Sozinho, ele se depara com traficantes armados. Um deles pergunta: “Qual é velho?”. De dentro de uma sacola plástica, o maltrapilho tira uma pistola e atira no bando. Não teria sobrado ninguém. Encoberto por andrajos, estaria Orlando Oliveira Araújo, de 42 anos. A história, contada quase como lenda, é um dos pontos altos da biografia do principal suspeito da morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.

Com o crime, Orlando deixou de ser o quase desconhecido de antes. Até 14 de março, quando a vereadora foi assassinada, só pesava contra ele um mandado de prisão provisório por um homicídio, expedido pelo juiz Alexandre Abrahão, do III Tribunal do Júri, e um flagrante de posse de uma arma encontrada na casa de uma ex-mulher, no dia em que ele foi preso em Vargem Grande, na Zona Oeste, em outubro do ano passado.

A partir do depoimento de uma testemunha chave que foi revelado pelo GLOBO, que o implica no caso como o mandante da execução, Orlando passou a ser alvo de uma investigação que já lhe imputou a suspeita de pelo menos dez assassinatos. Hoje, há três mandados de prisão para ele por homicídio — um deles pela morte de duas pessoas.

EM BUSCA DE PROVAS

Os investigadores ainda buscam provas para indiciá-lo pela morte de Marielle. O titular da Delegacia de Homicídios da Capital (DH), Giniton Lages, monta um quebra-cabeças do crime que considera o mais complexo da história da especializada, que elucidou, após 63 dias de um minucioso trabalho, o atentado que matou a juíza Patrícia Acioli, em agosto de 2011. Ontem, o caso Marielle Franco completou 150 dias.

Para a polícia, um dos personagens principais dessa trama é Orlando. A saga que levou o criminoso a cruzar o caminho da vereadora começou em Campos Elíseos, em Caxias, onde o suspeito de ter se tornado um poderoso miliciano nasceu e cresceu. A mãe dele — e de outros quatro meninos —, Maria do Carmo Araújo, conta que Orlando, aos 12 anos, saía com um carrinho de mão vendendo, por alguns trocados, terra para vizinhos que construíam suas casas. Depois de completar o segundo grau, ele passou num concurso e se tornou PM em 30 de maio de 1996.

— Decidiu ser PM contra a minha vontade — lembra a mãe, garantindo, contra todas as evidências de policiais, que o filho sempre foi um bom menino, carinhoso e trabalhador. — Ele não matou essa Marielle, quer testemunhar, ser ouvido pelo Ministério Público. Não me contou detalhes, mas garantiu que tem gente graúda por trás (do crime).

Maria do Carmo já foi visitá-lo na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, onde foi parar o ex-PM que só ficou pouco mais de um ano na carreira de agente público. Em agosto de 1997, foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal, com um carro de chassi adulterado, que usava para roubar carga na Rodovia Rio-Teresópolis, em Parada Modelo, Guapimirim. Acabou condenado a cinco anos e oito meses em regime fechado. E, claro, perdeu a farda.

A vereadora Marielle Franco, assassinada em 14 de março

– Reprodução

Até o momento da expulsão, era ficha limpa. No entanto, aos 23 anos, quando entregou a arma e a carteira de policial, Orlando mergulhou de vez no submundo. O primeiro “negócio” foi cobrar taxas de ambulantes que quisessem se instalar em uma praça do bairro de Curicica, em Jacarepaguá. Vem daí o apelido Orlando de Curicica. Com o passar dos anos, ele se associou a outros policiais e ex-PMs e a quem mais quisesse segui-lo numa milícia que vivia da extorsão de comerciantes e da venda de segurança.

Os negócios ilícitos se expandiram, dando origem a uma holding criminosa que distribuía gás, gatonet e explorava a venda de galões de água e de cigarros do Paraguai, além do transporte alternativo. A “firma”, jargão usado por milicianos, cresceu para localidades como Boiúna, Camorim e Pau da Fome, em Jacarepaguá; e Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Levantamento da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) estima um lucro de R$ 200 mil, por semana, só para Orlando. Segundo a polícia, a quadrilha impõe terror e mantém uma rígida divisão de tarefas entre seus integrantes. Ao temperamento instável de Orlando é atribuído o longo rastro de mortes na trajetória do criminoso nos últimos anos. A testemunha que municia a polícia hoje sustenta que o miliciano matava quem estivesse em seu caminho ou ameaçasse seu faturamento. Pode ser que essa tenha sido a motivação para a execução de Marielle e Anderson.

Orlando também é acusado do assassinato do presidente da escola de samba Parque da Curicica, Wagner Raphael de Souza, conhecido como Dádi, em 2015, que não aceitaria sua interferência na agremiação. Dádi morreu numa emboscada em que seu carro foi atingido por 12 tiros. Uma outra pessoa, que estava no veículo, sobreviveu e tem colaborado com a Justiça.

CORPOS INCINERADOS

Em 2017, temendo uma traição dentro do próprio grupo, Orlando teria dado ordens para matar o PM José Ricardo da Silva, na época lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), e o ex-PM Rodrigo Severo, em seu próprio sítio, em Guapimirim. A testemunha garante ter presenciado a execução, em 25 de fevereiro. Os corpos foram achados incinerados dentro de um carro em Brás de Pina, na Zona Norte.

— Orlando é um psicopata padrão. Ricardo, o policial que foi uma das vítimas do duplo homicídio de Guapimirim, era chamado por Orlando de filho. No enterro, Orlando chegou a consolar a esposa da vítima. Ele é extremamente frio — descreveu um policial da DH da Capital.

IFRN publica edital para mais de 540 vagas em cursos técnicos de nível médio

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A Pró-Reitoria de Ensino do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) divulgou nesta segunda-feira (13), o edital referente às inscrições para o Processo Seletivo dos Cursos Técnicos de Nível Médio Subsequente ofertados pela instituição.

Para o Campus Mossoró, as vagas disponíveis são para os cursos de Edificações, Eletrotécnica, Informática e Mecânica. O ingresso é para o primeiro semestre letivo de 2019. As inscrições deverão ser realizadas pelo Portal do Candidato, a partir das 14h do dia 16 de agosto, até às 18h do dia 3 de setembro.

Para gerar o boleto de pagamento, o candidato deverá fazer o seu login no Portal, fornecendo o CPF e senha cadastrados durante o processo de criação de sua conta. Em seguida, acessar o menu “Minhas Inscrições”, escolher o processo desejado e selecionar o botão “Gerar Boleto”.

O candidato deverá efetuar o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 30,00 (trinta reais) até o dia 04 de setembro. Candidatos com direito à isenção (conforme item 15 do Edital) deverão preencher formulário disponível no Portal, a partir do dia 16, até às 22h do dia 22 de agosto. O resultado preliminar da isenção será divulgado no dia 27 de agosto. E o final, após o prazo de interposição e análise de recursos, no dia 30 do mesmo mês.

As provas do Processo Seletivo serão realizadas no dia 21 de outubro das 08h às 12h nas cidades onde os candidatos, se aprovados, serão matriculados e frequentarão os cursos. O resultado preliminar será divulgado a partir do dia 03 de dezembro; ambos no Portal do Candidato no Sistema Gestor de Concursos (SGC), do IFRN.

Confira aqui a íntegra do edital.